quinta-feira, abril 26, 2007
hoje toca por aqui
Toquinho/Moraes: Aquarela
"Um menino caminha e caminhando
chega no muro e ali logo em frente
a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave
que tentamos pilotar"
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hoje toca por aqui
quarta-feira, abril 25, 2007
os meus melhores amigos já são pais.
é uma afirmação de peso.
o João é o pai babado do João
(Lolita Márisa de nome artistico)
O Rui deve estar neste momento a sofrer
algures na CUF Descobertas á espera.
Este aqui ainda não tem nome. Tenho tentado
teimosamente que se chama Tomé, mas também
não vou ter sorte desta vez.
A verdade, verdadinha, é que de repente,
as pessoas do costume são mais.
E esta é a parte mais bonita dos laços.
É olhar para quem nos rodeia e sentir
que estivemos presentes nas fases todas
da vida dos nossoa amigos.
Há uns tempos escrevi a uma pessoa que as
relações de facto são muito frágeis,
mas os laços que se criam são fortes.
Hoje, com o Lolita Márisa a fazer as delicias
do João e da Eunice, e o distinto Joe Doe
a abrir caminho para sair de dentro da Kátia
Sinto-me feliz, por ter estes meus amigos.
E como dizia a Maria...vamos estar
presentes nas festinhas
dos putos, e nos casamentos...
mas espero que eles percebam que as aquelas
velhadas são as que
testemunharam o milagre da vida
com nascimento com eles.
Bem vindos.
o João é o pai babado do João
(Lolita Márisa de nome artistico)
O Rui deve estar neste momento a sofrer
algures na CUF Descobertas á espera.
Este aqui ainda não tem nome. Tenho tentado
teimosamente que se chama Tomé, mas também
não vou ter sorte desta vez.
A verdade, verdadinha, é que de repente,
as pessoas do costume são mais.
E esta é a parte mais bonita dos laços.
É olhar para quem nos rodeia e sentir
que estivemos presentes nas fases todas
da vida dos nossoa amigos.
Há uns tempos escrevi a uma pessoa que as
relações de facto são muito frágeis,
mas os laços que se criam são fortes.
Hoje, com o Lolita Márisa a fazer as delicias
do João e da Eunice, e o distinto Joe Doe
a abrir caminho para sair de dentro da Kátia
Sinto-me feliz, por ter estes meus amigos.
E como dizia a Maria...vamos estar
presentes nas festinhas
dos putos, e nos casamentos...
mas espero que eles percebam que as aquelas
velhadas são as que
testemunharam o milagre da vida
com nascimento com eles.
Bem vindos.
domingo, abril 22, 2007
sábado, abril 21, 2007
Mais um bébé a caminho...
Ainda me lembro do tempo em que uma amiga minha (e atenção que eu só uso a palavra amiga para três pessoas)... dizia eu, em que uma amiga minha andava tão ansiosa por engravidar, que intimidava os espermatozóides, de tal forma que os pobres coitados cediam, elegantemente, a vez uns aos outros e nenhum atingia o alvo... Ainda me lembro, como se fosse ontem, de a minha amiga me dizer que estava grávida!
Lembro-me de a minha amiga continuar a saltitar de lado para lado, em vez de andar calmamente como todos os comuns mortais, e de eu lhe dizer que o bébé devia andar cansado de tanto saltar na barriga... E, na verdade, a pobre criança chegava ao fim do dia tão cansada que, segundo a mãe, não se mexia a noite toda!
Tudo isto parece muito recente. Mas a verdade é que está quase a nascer uma princesa e a minha amiga já se arrasta um bocadinho, com a sua enorme barriga (apesar de estar uma grávida muito elegante e só ter barriga, aceditem que é uma grande barriga!). E a princesa não se vai chamar Lolita Márisa, apesar de eu achar este nome uma delícia. Aliás, o nome ainda não está totalmente definido, uma vez que me parece que ainda não terminaram as negociações lá em casa quanto ao facto de a pequena ter um ou dois nomes.
Mas o nome é só um detalhe... Tudo indica que esta princesa vai ser Gémeos, para grande desgosto da mãe. Eu acho fantástico e prevejo um grandioso futuro para esta criança! (Querida, não ligues à tua mãe! Ser Gémeos é fantástico! Ninguém morre de tédio à nossa volta!)
Enfim, tudo passou tão rápido, que eu já me imagino a assistir à cerimónia de formatura da menina, enquanto ela se pergunta a si própria o que estarão a fazer ali tantos velhos...
Cabelos brancos à parte, sejas Maria ou não, bem vinda ao mundo e que uma estrela muito brilhante te acompanhe!
Lembro-me de a minha amiga continuar a saltitar de lado para lado, em vez de andar calmamente como todos os comuns mortais, e de eu lhe dizer que o bébé devia andar cansado de tanto saltar na barriga... E, na verdade, a pobre criança chegava ao fim do dia tão cansada que, segundo a mãe, não se mexia a noite toda!
Tudo isto parece muito recente. Mas a verdade é que está quase a nascer uma princesa e a minha amiga já se arrasta um bocadinho, com a sua enorme barriga (apesar de estar uma grávida muito elegante e só ter barriga, aceditem que é uma grande barriga!). E a princesa não se vai chamar Lolita Márisa, apesar de eu achar este nome uma delícia. Aliás, o nome ainda não está totalmente definido, uma vez que me parece que ainda não terminaram as negociações lá em casa quanto ao facto de a pequena ter um ou dois nomes.
Mas o nome é só um detalhe... Tudo indica que esta princesa vai ser Gémeos, para grande desgosto da mãe. Eu acho fantástico e prevejo um grandioso futuro para esta criança! (Querida, não ligues à tua mãe! Ser Gémeos é fantástico! Ninguém morre de tédio à nossa volta!)
Enfim, tudo passou tão rápido, que eu já me imagino a assistir à cerimónia de formatura da menina, enquanto ela se pergunta a si própria o que estarão a fazer ali tantos velhos...
Cabelos brancos à parte, sejas Maria ou não, bem vinda ao mundo e que uma estrela muito brilhante te acompanhe!
terça-feira, abril 17, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
Recado para uma amiga
Hoje percebi que uma amiga minha está a atravessar uma fase menos boa na sua relação. E percebi sem ela mo dizer, porque há pessoas que conhecemos tão bem, que por mais que o tempo e a vida nos separe, sabemos que, por dentro, são as mesmas de sempre e continuamos a gostar muito delas.
Por isso, querida amiga, permite-me tomar a liberdade de te dizer que sei que sabes muito bem o queres da vida, que sempre foste uma pessoa firme, forte e decidida e que, por vezes, é preferível tomar uma decisão errada do que não tomar nenhuma. Se nos deixamos estar encostadas ao conforto de uma situação estável, a vida passa por nós (e muito depressa) e chegamos ao fim sem a ter vivido a sério.
Além disso, se não estamos felizes e realizadas com o que temos, que diferença faz não ser feliz de outra forma. Como tu me ensinaste um dia, o tempo cura tudo e o trabalho ajuda a esquecer.
Se tu sabes o que queres (e acredito que saibas), deves deixar isso bem claro entre os dois. E, se for preciso, dar espaço e tempo à outra pessoa para descobrir o que quer e se o que quer é o mesmo que tu queres. Porque não faz sentido viver uma relação quando um dos dois não está bem ou se ambos querem vidas diferentes.
Às vezes, as "situações estáveis", os velhos hábitos, precisam de uma forte sacudidela, para que possamos encontrar o nosso caminho, certas de que, no fim, a felicidade nos espera em qualquer ponto do caminho. A dois ou não.
Lembra-te da Matilde, que tinha tudo e virou as costas à sua pseudo-felicidade para começar do zero, sem nada e sem o apoio de ninguém.
Pode não ser fácil, mas quem sabe, no fim, não nos espera uma grande e boa surpresa. O nosso final feliz!
Por isso, querida amiga, permite-me tomar a liberdade de te dizer que sei que sabes muito bem o queres da vida, que sempre foste uma pessoa firme, forte e decidida e que, por vezes, é preferível tomar uma decisão errada do que não tomar nenhuma. Se nos deixamos estar encostadas ao conforto de uma situação estável, a vida passa por nós (e muito depressa) e chegamos ao fim sem a ter vivido a sério.
Além disso, se não estamos felizes e realizadas com o que temos, que diferença faz não ser feliz de outra forma. Como tu me ensinaste um dia, o tempo cura tudo e o trabalho ajuda a esquecer.
Se tu sabes o que queres (e acredito que saibas), deves deixar isso bem claro entre os dois. E, se for preciso, dar espaço e tempo à outra pessoa para descobrir o que quer e se o que quer é o mesmo que tu queres. Porque não faz sentido viver uma relação quando um dos dois não está bem ou se ambos querem vidas diferentes.
Às vezes, as "situações estáveis", os velhos hábitos, precisam de uma forte sacudidela, para que possamos encontrar o nosso caminho, certas de que, no fim, a felicidade nos espera em qualquer ponto do caminho. A dois ou não.
Lembra-te da Matilde, que tinha tudo e virou as costas à sua pseudo-felicidade para começar do zero, sem nada e sem o apoio de ninguém.
Pode não ser fácil, mas quem sabe, no fim, não nos espera uma grande e boa surpresa. O nosso final feliz!
O meu vizinho de baixo
Mas porque é que o meu vizinho de baixo existe? Porquê? Porque é que, em 12 apartamentos, ele tinha que comprar AQUELE? Que karma arrastarei eu, de que vida anterior, que me obriga a viver com aquele ser vivo por baixo de mim?
E, já agora, porque é que ele tem que discutir com a mulher à 1 hora da madrugada por ela não ter a casa limpa e arrumada? Será que ela vai arrumar a casa àquela hora? Será que ele não reparou mais cedo que a casa estava suja?
E, já agora, porque é que ele tem que discutir com a mulher à 1 hora da madrugada por ela não ter a casa limpa e arrumada? Será que ela vai arrumar a casa àquela hora? Será que ele não reparou mais cedo que a casa estava suja?
terça-feira, abril 10, 2007
a melhor troca de sms
Ontem tive a melhor troca de sms que há muito não tinha.
Esta conversa foi hoje, sobre o dia de amanhã.
F.F. (Ferpo Feio) - Amanhã é o grande dia certo?
F.M. (Futura Mãe) - O puto ainda está muito subido. Mas vou fazer os possíveis para o despachar amanhã. Seria uma linda prenda de anos para a tia F.F.
F.F. – essa criança ainda vai nascer de 10 meses
F.M. – LOL. Faz hoje 38 semanas …e já se vê que não tem respeito nenhum pelos pais.
F.F. – pois é, e por este andar, ainda vai ser do CDS.
F.M. – e padre….
F.F. – E gay….ó meu deus, vai ser a nova vaga do Paulo Portas!!! (medo…muito medo…)
F.M. – Que destino, que destino. Ter um Paulo Portas, que vai ser de mim???
F.F. – É bom que nasça amanhã…só isso vos pode salvar…. (tom profético)
F.M. – De amanhã não passa! Ou então vamos ter o que o registar prestando falsas declarações….
F.F. – também pode nascer noutro planeta com um fuso horário diferente…..
F.M. – e não te esqueças que ele ainda vai precisar da operação de mudança de sexo. O teste das agulhas não mente. O meu filho é uma gaja!
F.F. – pois, da operação não te safas. Ainda bem que se vai chamar João. Assim não tem de mudar o nome no BI… A não ser que queira mudar de nome para se chamar Lolita Márisa…. Aí vai ser complicado.
F.M. – Lolita Marisa está encontrado o melhor nome de travesti de sempre!!
Vou trata-lo assim desde o inicio para me ir habituando!
F.F. – tens bom gosto para nomes de travesti.
Esta conversa foi hoje, sobre o dia de amanhã.
F.F. (Ferpo Feio) - Amanhã é o grande dia certo?
F.M. (Futura Mãe) - O puto ainda está muito subido. Mas vou fazer os possíveis para o despachar amanhã. Seria uma linda prenda de anos para a tia F.F.
F.F. – essa criança ainda vai nascer de 10 meses
F.M. – LOL. Faz hoje 38 semanas …e já se vê que não tem respeito nenhum pelos pais.
F.F. – pois é, e por este andar, ainda vai ser do CDS.
F.M. – e padre….
F.F. – E gay….ó meu deus, vai ser a nova vaga do Paulo Portas!!! (medo…muito medo…)
F.M. – Que destino, que destino. Ter um Paulo Portas, que vai ser de mim???
F.F. – É bom que nasça amanhã…só isso vos pode salvar…. (tom profético)
F.M. – De amanhã não passa! Ou então vamos ter o que o registar prestando falsas declarações….
F.F. – também pode nascer noutro planeta com um fuso horário diferente…..
F.M. – e não te esqueças que ele ainda vai precisar da operação de mudança de sexo. O teste das agulhas não mente. O meu filho é uma gaja!
F.F. – pois, da operação não te safas. Ainda bem que se vai chamar João. Assim não tem de mudar o nome no BI… A não ser que queira mudar de nome para se chamar Lolita Márisa…. Aí vai ser complicado.
F.M. – Lolita Marisa está encontrado o melhor nome de travesti de sempre!!
Vou trata-lo assim desde o inicio para me ir habituando!
F.F. – tens bom gosto para nomes de travesti.
Gerir expectativas...
... é muito difícil! Em especial no que toca às relações interpessoais. Porque estamos sempre há espera que uma determinada pessoa seja ou aja de uma determinada maneira e quando a pessoa não corresponde, temos grandes desilusões!
Claro que o mais certo é sofrermos desilusões em catadupa, porque todos somos diferentes e temos formas diferentes de ver o mundo e de encarar a vida. Mas todos criamos expectativas em relação aos outros, tarefa iniciada pelo nosso subconsciente assim que conhecemos (e simpatizamos com) alguém. Ora não é nada fácil aceitar os outros como eles são. Queremos sempre que os outros sejam o que esperamos e não o que realmente são!
Segredo para evitar as desilusões? Fácil! Não criar expectativas!(claro que não é nada fácil, eu sei, mas com treino, a coisa vai)
O segredo é não esperar nada e aceitar o próximo tal qual é. Depois, ou gostamos, ou não.
Eis o que pode acontecer ao tentar mudar o outro e ser bem sucedido:
a) chegamos à conclusão que aquela pessoa é um palerma sem interesse nenhum, porque se limita a ser o que se espera dele. E desiludimo-nos.
b) a pessoa lá vai sendo aquilo que se espera que seja e acumula tensões e frustrações secretas ao longo da vida. Torna-se um vulcão, cheio de lava efervescente. E, meus amigos, quando rebenta... Desiludimo-nos! (e preferíamos estar bem longe...)
Mas se conseguirmos não esperar nada... podemos ter grandes e boas suspresas!
Por outro lado, se o outro fizer algo passível de nos desiludir, é indiferente. Afinal, não estávamos à espera que viesse dali nada de bom...
Claro que o mais certo é sofrermos desilusões em catadupa, porque todos somos diferentes e temos formas diferentes de ver o mundo e de encarar a vida. Mas todos criamos expectativas em relação aos outros, tarefa iniciada pelo nosso subconsciente assim que conhecemos (e simpatizamos com) alguém. Ora não é nada fácil aceitar os outros como eles são. Queremos sempre que os outros sejam o que esperamos e não o que realmente são!
Segredo para evitar as desilusões? Fácil! Não criar expectativas!(claro que não é nada fácil, eu sei, mas com treino, a coisa vai)
O segredo é não esperar nada e aceitar o próximo tal qual é. Depois, ou gostamos, ou não.
Eis o que pode acontecer ao tentar mudar o outro e ser bem sucedido:
a) chegamos à conclusão que aquela pessoa é um palerma sem interesse nenhum, porque se limita a ser o que se espera dele. E desiludimo-nos.
b) a pessoa lá vai sendo aquilo que se espera que seja e acumula tensões e frustrações secretas ao longo da vida. Torna-se um vulcão, cheio de lava efervescente. E, meus amigos, quando rebenta... Desiludimo-nos! (e preferíamos estar bem longe...)
Mas se conseguirmos não esperar nada... podemos ter grandes e boas suspresas!
Por outro lado, se o outro fizer algo passível de nos desiludir, é indiferente. Afinal, não estávamos à espera que viesse dali nada de bom...
quinta-feira, abril 05, 2007
se há coisas irremediavelmente wowwwwwww
a)mexerem-me nas mãos
b)tocarem-me na linha dos ombros
c)sussurar-me ao ouvido
d) humor inteligente
e)aqueles olhares timidos
b)tocarem-me na linha dos ombros
c)sussurar-me ao ouvido
d) humor inteligente
e)aqueles olhares timidos
terça-feira, abril 03, 2007
Meditação
Gosto muito de fazer meditação. É muito relaxante. Durante uns minutos não pensar em nada, concentrar-me apenas na minha respiração (ou ouvir o ronronar da minha gata, igualmente relaxante) e afastar todas as energias negativas e os maus pensamentos...
Até que... TRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR... A minha vizinha de baixo liga o ar condicionado! Impossível afastar os maus pensamentos...
Até que... TRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR... A minha vizinha de baixo liga o ar condicionado! Impossível afastar os maus pensamentos...
sexta-feira, março 30, 2007
História de encantar do século XXI (ou como a felicidade pode ser uma ilusão...)
Era uma vez um casal muito feliz.
Era uma vez uma mulher que vivia apaixonada pelo homem do casal muito feliz.
Era uma vez um homem casado, que amava a sua mulher, mas que não conseguia deixar de estar com a mulher apaixonada.
Era uma vez uma mulher casada que se cansou da história.
E ninguém foi feliz para sempre...
A mulher apaixonada viveu o resto da vida com um homem que amava a ex-mulher; a mulher casada viveu sozinha para sempre, porque deixou de acreditar no amor; o homem casado viveu o resto da vida com uma mulher que não amava.
PS: o homem casado e a mulher apaixonada tiveram filhos, porque faz parte da vida. Os filhos também não foram felizes, porque os pais não eram felizes.
Era uma vez uma mulher que vivia apaixonada pelo homem do casal muito feliz.
Era uma vez um homem casado, que amava a sua mulher, mas que não conseguia deixar de estar com a mulher apaixonada.
Era uma vez uma mulher casada que se cansou da história.
E ninguém foi feliz para sempre...
A mulher apaixonada viveu o resto da vida com um homem que amava a ex-mulher; a mulher casada viveu sozinha para sempre, porque deixou de acreditar no amor; o homem casado viveu o resto da vida com uma mulher que não amava.
PS: o homem casado e a mulher apaixonada tiveram filhos, porque faz parte da vida. Os filhos também não foram felizes, porque os pais não eram felizes.
quinta-feira, março 29, 2007
Os problemas do amor
Estou a ouvir uma música sobre o fim do amor.
Dúvida: mas o amor acaba? Não deixamos de amar o nosso pai, a nossa mãe, os nossos irmãos (por muito sacanas que ele sejam), no entanto, o primeiro passo em falso do namorado/marido/amante (riscar o que não interessa) e lá se vai o amor.
Deixamos de amar porque a outra pessoa engordou ou emagreceu, mudou de estilo, mudou de cor de cabelo, ressona, tira macacos do nariz... enfim, aquelas coisas que, na fase da paixão não nos incomodavam nada e de repente se tornam um problema incontornável à escala planetária.
Se calhar o que acaba é a paixão e não o amor; ou talvez nunca tenha havido amor, mas apenas paixão. De qualquer das formas isto cria uma série de problemas. Senão vejamos:
Há paixão e não há amor - fácil de resolver. A paixão acaba e só temos que informar a outra pessoa. Pode ser por carta, telefone, e-mail, msn, chat... Qualquer coisa tipo "a minha paixão por ti morreu, por favor, devolve-me os CD's que te emprestei pelo correio, porque não me apetece nada voltar a ver-te". O mais simpático, ainda assim, é ter uma conversa com a pessoa, cara a cara, correndo o risco de gastar dois ou três pacotes de lenços de papel para secar o dilúvio que lhe sai dos olhos ou, pior ainda, ter de assistir ao deprimente momento em que a outra pessoa se atira para os nossos pés e implora pelo nosso amor. Caso a outra pessoa diga apenas "ah, está bem", ficamos tristes e deprimidos, havendo a possibilidade de voltarmos a ficar apaixonados. Não vale manter a relação só por hábito. Isso é prejudicial à outra pessoa e impede-a de encontrar alguém que realmente a ame e a faça feliz.
Há amor e a paixão morre - muito complicado. Com o dia-a-dia, o romance, as pequenas atenções, os mimos, os carinhos (... o sexo...) vão para as utigas, de uma forma tão discreta que só damos por isso quando estão definitivamente intalados no meio das ditas plantas. Ora como toda a gente sabe, as urtigas têm picos! Logo, quando se tenta recuperar o que se perdeu, corremos o risco de nos magoar. Deve ser por isso que os casais (ou apenas um dos membros, em alguns casos) desistem e decidem partilhar a sua vida civilizadamente com aquela pessoa que amam, mas mais nada. Por outro lado, ambos sentem a falta de tudo o que se perdeu (provavelmente, do sexo em particular) e vai de arranjarem amantes (que podem ser do sexo oposto ou não). Assim, todos parecem felizes, o que é mentira, porque os membros do casal sofrem com a falta de atenção do outro e a/o/as/os amantes sofrem da ansiedade de estarem destinados a serem eternamente a/o/as/os "outros". Além disso, há sempre alguém que descobre tudo e temos tragédia de faca e alguidar à boa moda antiga portuguesa!
Há ainda a hipótese de o amor se transformar noutro tipo de amor (fraternal, amizade, maternal, paternal...) - a relação torna-se uma seca. Sejam francos: quem é que escolhia para ter ao seu lado para o resto da vida a mãe, o pai, um amigo de infância... Gostamos de os ter sempre ao nosso lado, mas cada um na sua casa, certo? E, pelo menos, não temos que lhes lavar a roupa!
Eu acredito no amor e acredito que não morre. Mas dá muito trabalho!!!
Dúvida: mas o amor acaba? Não deixamos de amar o nosso pai, a nossa mãe, os nossos irmãos (por muito sacanas que ele sejam), no entanto, o primeiro passo em falso do namorado/marido/amante (riscar o que não interessa) e lá se vai o amor.
Deixamos de amar porque a outra pessoa engordou ou emagreceu, mudou de estilo, mudou de cor de cabelo, ressona, tira macacos do nariz... enfim, aquelas coisas que, na fase da paixão não nos incomodavam nada e de repente se tornam um problema incontornável à escala planetária.
Se calhar o que acaba é a paixão e não o amor; ou talvez nunca tenha havido amor, mas apenas paixão. De qualquer das formas isto cria uma série de problemas. Senão vejamos:
Há paixão e não há amor - fácil de resolver. A paixão acaba e só temos que informar a outra pessoa. Pode ser por carta, telefone, e-mail, msn, chat... Qualquer coisa tipo "a minha paixão por ti morreu, por favor, devolve-me os CD's que te emprestei pelo correio, porque não me apetece nada voltar a ver-te". O mais simpático, ainda assim, é ter uma conversa com a pessoa, cara a cara, correndo o risco de gastar dois ou três pacotes de lenços de papel para secar o dilúvio que lhe sai dos olhos ou, pior ainda, ter de assistir ao deprimente momento em que a outra pessoa se atira para os nossos pés e implora pelo nosso amor. Caso a outra pessoa diga apenas "ah, está bem", ficamos tristes e deprimidos, havendo a possibilidade de voltarmos a ficar apaixonados. Não vale manter a relação só por hábito. Isso é prejudicial à outra pessoa e impede-a de encontrar alguém que realmente a ame e a faça feliz.
Há amor e a paixão morre - muito complicado. Com o dia-a-dia, o romance, as pequenas atenções, os mimos, os carinhos (... o sexo...) vão para as utigas, de uma forma tão discreta que só damos por isso quando estão definitivamente intalados no meio das ditas plantas. Ora como toda a gente sabe, as urtigas têm picos! Logo, quando se tenta recuperar o que se perdeu, corremos o risco de nos magoar. Deve ser por isso que os casais (ou apenas um dos membros, em alguns casos) desistem e decidem partilhar a sua vida civilizadamente com aquela pessoa que amam, mas mais nada. Por outro lado, ambos sentem a falta de tudo o que se perdeu (provavelmente, do sexo em particular) e vai de arranjarem amantes (que podem ser do sexo oposto ou não). Assim, todos parecem felizes, o que é mentira, porque os membros do casal sofrem com a falta de atenção do outro e a/o/as/os amantes sofrem da ansiedade de estarem destinados a serem eternamente a/o/as/os "outros". Além disso, há sempre alguém que descobre tudo e temos tragédia de faca e alguidar à boa moda antiga portuguesa!
Há ainda a hipótese de o amor se transformar noutro tipo de amor (fraternal, amizade, maternal, paternal...) - a relação torna-se uma seca. Sejam francos: quem é que escolhia para ter ao seu lado para o resto da vida a mãe, o pai, um amigo de infância... Gostamos de os ter sempre ao nosso lado, mas cada um na sua casa, certo? E, pelo menos, não temos que lhes lavar a roupa!
Eu acredito no amor e acredito que não morre. Mas dá muito trabalho!!!
terça-feira, março 27, 2007
A cerveja de pêssego
Eu até acho muito interessante esta ideia de inventar uma cerveja com sabor a pêssego (apesar de nunca ter provado e de não ser esse um dos objectivos da minha vida). Aliás, tenho a certeza absoluta que, quem teve esta ideia, só pode ser um visionário; alguém que teve a capacidade de olhar para o futuro das cervejas e viu novos mercados e grandes oportunidades de negócio.
Senão vejamos: a cerveja de pêssego acaba de criar as bases para o fabrico da cerveja de manga, de maracujá, de abacaxi, de laranja/cenoura/kiwi, de frutos tropicais... enfim, de qualquer fruta, combinação de frutas e/ou combinações de frutas com vegetais.
E já agora (vamos lá deixar de ser tão conservadores), porque não uma cerveja achocolatada? Imaginem só as fusões empresariais que podiam daí advir: Super Bock/Ovomaltine, Sagres/Cola Cao, Carlsberg/Nesquick...
Mas a cereja em cima do bolo, e num futuro não tão longínquo como possam imaginar, será a cerveja para lactentes, com todas as propriedades do leite materno e garrafas em forma de biberão, obviamente adaptadas às várias fases do crescimento!
Cervejeiras portuguesas! As portas estão abertas! Por que esperam? Ao trabalho!
Senão vejamos: a cerveja de pêssego acaba de criar as bases para o fabrico da cerveja de manga, de maracujá, de abacaxi, de laranja/cenoura/kiwi, de frutos tropicais... enfim, de qualquer fruta, combinação de frutas e/ou combinações de frutas com vegetais.
E já agora (vamos lá deixar de ser tão conservadores), porque não uma cerveja achocolatada? Imaginem só as fusões empresariais que podiam daí advir: Super Bock/Ovomaltine, Sagres/Cola Cao, Carlsberg/Nesquick...
Mas a cereja em cima do bolo, e num futuro não tão longínquo como possam imaginar, será a cerveja para lactentes, com todas as propriedades do leite materno e garrafas em forma de biberão, obviamente adaptadas às várias fases do crescimento!
Cervejeiras portuguesas! As portas estão abertas! Por que esperam? Ao trabalho!
a festa
Todos os meses, o nosso corpo prepara-se para
receber um hóspede de longa duração.
Para começar, começa a festa das hormonas.
A hipófise, acorda um dia e diz’let’s party!‘
E pronto. Começa o inferno.
Depois, não contente, convida os primos:
o estrogéneos e a progesterona. Grandes sacanas que são,
e, não contentes, convidam o resto do pessoal.
‘ei!!! Ovário! Party again! Passa palavra!’
e lá vamos nós…
O ovário, lança o óvulo, a trompa do falópio,
pega nele e atira-o para o útero…
e como se não bastasse a pequena viagem,
no útero, o tal de endometrio (que vive com o ovário),
que tem a mania das grandezas
resolve aumentar o volume, o que complica
o espaço cá dentro,
comprime rins, coluna…
um terror…mas pronto.
Estão prontos os aposentos para receber
os convivas…
...e pior…
na maior parte das vezes, os convivas, nem aparecem.
é impossivel nao dar por isso.
isto, é daquelas coisas que está ESCRITO NA TESTA.......
receber um hóspede de longa duração.
Para começar, começa a festa das hormonas.
A hipófise, acorda um dia e diz’let’s party!‘
E pronto. Começa o inferno.
Depois, não contente, convida os primos:
o estrogéneos e a progesterona. Grandes sacanas que são,
e, não contentes, convidam o resto do pessoal.
‘ei!!! Ovário! Party again! Passa palavra!’
e lá vamos nós…
O ovário, lança o óvulo, a trompa do falópio,
pega nele e atira-o para o útero…
e como se não bastasse a pequena viagem,
no útero, o tal de endometrio (que vive com o ovário),
que tem a mania das grandezas
resolve aumentar o volume, o que complica
o espaço cá dentro,
comprime rins, coluna…
um terror…mas pronto.
Estão prontos os aposentos para receber
os convivas…
...e pior…
na maior parte das vezes, os convivas, nem aparecem.
é impossivel nao dar por isso.
isto, é daquelas coisas que está ESCRITO NA TESTA.......
domingo, março 25, 2007
sexta-feira, março 23, 2007
Cotão...
Será que alguém me pode explicar o que é, de onde vem, para que serve e, principalmente, como eliminar definitivamente o cotão?!... Ficava muito grata.
hoje toca por aqui
Nouvelle Vague ft Moby - Just Can't Get Enough (Live)
esta cover é tãoooo sexy...e as miudas, tããõ giras...
que até chateia :)
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